O QUE FAZER EM CASOS DE URGÊNCIAS MÉDICAS NA ESCOLA?

Tudo parece correr como de rotina na escola até que chega a notícia de que um aluno desmaiou no pátio. E agora, o que fazer? Ligar para alguém da família ou levar o estudante direto a um posto médico? E, nesse caso, é preciso chamar uma ambulância ou a remoção pode ser feita em carro particular? Situações como essas costumam pegar de surpresa até mesmo os gestores mais experientes. Nem sempre há regras definidas sobre como agir.
Algumas secretarias municipais e estaduais estabelecem diretrizes gerais para orientar as escolas. No entanto, há práticas que são uma questão de bom senso e devem ser seguidas por todos, como requisitar e manter fichas com informações médicas atualizadas de cada estudante e ministrar medicamentos somente quando prescritos por profissionais da saúde.
Atitudes assim, apesar de simples, ajudam a enfrentar urgências com mais tranquilidade e, por vezes, até mesmo a salvar vidas em risco. O ideal seria que as escolas providenciassem treinamentos básicos de primeiros socorros e manipulação de vítimas para todos os membros da equipe. Confira, a seguir, cinco pontos indispensáveis sobre como gestores, professores e funcionários devem proceder na hora de socorrer alunos e colegas.O decreto prevê isenção de Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), PIS/Pasep e Cofins, Imposto de Importação e da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico para as empresas habilitadas.


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