|
QUANTO MELHOR A ECONOMIA, MAIS EXECUTIVOS ESTUDANDO, DIZ PESQUISA
O diretor de compras da Cisco do Brasil, Edson de Vitto, precisou equilibrar uma equação complicada ao escolher um curso de MBA. Experiência internacional e um curso forte eram necessários, mas, ao mesmo tempo, em um momento de instabilidade na economia mundial, ele não poderia se afastar da empresa (e não queria se afastar da família). Ele escolheu o curso de MBA executivo da Universidade de Pittsburgh, entidade americana que tem aulas também em São Paulo e em Praga, na República Checa. A turbulência global deve fazer com que muitos executivos mudem seus planos de estudar no exterior para buscar cursos no Brasil.
O diretor de clientes da Fundação Dom Cabral, Antonio Batista, afirma que já houve uma procura maior nos últimos meses pelos programas fechados, aqueles feitos sob medida para algumas empresas.
Um estudo da Universidade de Maryland, nos EUA, mostra que, nos países ricos, a relação entre matrículas em escolas de negócio e situação econômica é direta: quanto melhor a economia, mais executivos estudando. Nos momentos de crise, as matrículas caem: os estrangeiros ficam em seus países e os americanos adiam planos.
| |